A Gruta de las Maravillas



A menos de uma hora de Sevilha,e a70 km a partir de Portugal, encontramos na província de Huelva, na cidade de Aracena, a Gruta de las Maravillas na encosta oeste da Serra Morena.
Ao redor, a natureza é tingida de verde, riachos e córregos.

Esta formosa gruta está situada nas entranhas da colina próximo a igreja do castelo e as ruínas da velha fortaleza. Uma cavidade de origem calcária que alberga em seu interior doze salas comunicadas por galerias.

Na lentidão dos séculos, ao atravessar as o terreno calcário, a água foi esculpindo um cenário de fantasias e sonhos. A beleza dos seus lagos, a amplitude dos seus espaços e a coloração das suas variadas formações de estalactites e estalagmites, forma o que se poderia chamar de uma das maravilhas da natureza.

Fonte inesgotável de beleza, forjada pelo tempo sobre a natureza, com a ajuda de elementos simples como água e as rochas. A vasta extensão de seus lagos, a abundância e a variedade de formações, bem como o tempo para o seu desenvolvimento, fazem deste complexo subterrâneo, um conjunto de grande e marcante beleza.

A primeira referencia histórica sobre a sua existência data de 1886 e foi aberta ao público em 1914, sendo a primeira caverna turística da Espanha.

Trata-se de uma caverna freática originada pela ação erosiva das águas sobre as rochas calcárias, situada na base do monte coroado pelo Castelo de Aracena. Nela se manifestam uma série de formações de extraordinária beleza: estalactites excêntricas, estalagmites, cortinas listadas, bandeiras, colunas, piscinas. Estende-se por uma longitude total conhecida de 2.130 metros, dos quais só 1.200 m são abertos à visitação.

A Gruta de las Maravillas é uma mostra dos caprichos da natureza. Uma caverna longa, escavada pela água em solo calcário durante milhares de anos. Lagos internos e todo o tipo de formações rochosas de origem calcária. É uma das grutas mais belas e melhor preservadas do mundo.

Horário de visitação
De 10:00 as 13:30 hs e de 15:00 as 18:00 hs

Dados para contato
Pozo de la Nieve s/n
21200 Aracena, Huelva (Andalucía)
Tel.:+34 663937877    Fax.:+34 959128355

Explore Fernando de Noronha



Composto por mais de 20 ilhas, o arquipélago de Noronha e seus mais diversos tons de azul são um refúgio para diversas espécies da fauna e da flora do Brasil. Nomeada patrimônio mundial pela UNESCO, Noronha abriga algumas das mais belas praias do mundo. Navegue neste universo deslumbrante através das galerias do Google Maps e se apaixone ainda mais por esse paraíso brasileiro.


Trinta Reis
Trinta Reis é outro mergulho espetacular em Fernando de Noronha que combina rocha vulcânica e fundos de areia branca. As estruturas rochosas vulcânicas fornecem habitat e proteção para cardumes, tartarugas e arraias.

Buraco das Cabras
Buraco das Cabras é local para a prática de mergulho “drift”, que significa dizer que o mergulhador é carregado pela corrente marítima. Essas correntes carregam nutrientes através do oceano, por isso, não fique surpreso de ver uma abundante vida marinha neste mergulho. Fique de olho em uma grande tartaruga verde, mas cuidado com as ondas na superfície!

Pedras Secas
O local mais exposto das Pedras Secas mostra uma formação irregular de rocha vulcânica que alcança a superfície do oceano e faz jus ao nome deste lugar. É um dos locais característicos de mergulho de Fernando de Noronha. É de impressionante beleza e atrai grande quantidade de vida marinha. As rochas vulcânicas criam uma formação de aspecto de arena a qual é cercada de passagens, buracos, cavernas, um icônico arco principal e um túnel de mais de 18 metros de comprimento onde é possível entrar.

Ilha do Frade
Uma pequena e tranquila ilha fora da costa leste de Fernando de Noronha, a Ilha do Frade, de costa rochosa, fornece refúgio para todos os tipos de vida marinha além de um belíssimo local de mergulho.

Buraco do Inferno
Fernando de Noronha tem várias grutas submersas como esta, chamada Buraco do Inferno. Quando a maré está em um certo nível, a gruta lança ar do teto da caverna abaixo da superfície e o que acontece é um dramático e explosivo esplendor. Você pode ver a gruta entrando em erupção neste mergulho virtual

Barretão
Este mergulho leva você à lagoa rasa do Atol das Rocas; o verdadeiro e único atol encontrado no oceano do Atlântico Sul. Nas águas protegidas das lagoas, você verá grandes quantidades de peixes e corais moles encrustados nas rochas.

Barretinha
A região do Atol das Rocas é reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO e é uma reserva científica protegida. Na maré baixa, o Atol das Rocas fornece uma espetacular vista de lagoas e piscinas naturais cheias de peixes. À medida que a maré vai subindo, vão surgindo também tubarões, tartarugas e arraias.

Fernando de Noronha - Trilhas
Noronha tem 16 trilhas que levam a praias e mirantes. Boa parte é sinalizada e as distâncias variam entre 170 metros e cinco quilômetros. Entre elas estão: Golfinho-Sancho, Pontinha-Pedra Azul, Jardim Elizabeth, Costa Azul, Costa Esmeralda.

Baía dos Porcos
Com vistas para as Ilhas Dois Irmãos, pequena faixa de areia rodeada por pedras escuras de origem vulcânica e sob a sombra de uma enorme falésia de 30 metros. É na maré baixa que se formam as maravilhosas piscinas naturais, com uma rica fauna marinha. O acesso à Baía dos Porcos é difícil e feito por caminho entre pedras. Uma área de peixes coloridos, limitadas pelo alto paredão de pedras pretas.

Praia da Cacimba do Padre
É uma das mais famosas praias da ilha, devido, principalmente, à sua paisagem deslumbrante e ondas perfeitas para a prática do surf. Uma da maiores praias da ilha, com 900 metros de extensão, a praia da Cacimba do Padre abriga outro cartão-postal de Noronha: o Morro Dois Irmãos. A Cacimba do Padre é uma boa opção para o mergulho de apnéia, mas é preciso tomar cuidado porque existem correntes marítimas que podem ser perigosas.

Praia da Conceição
Por estar totalmente cercada por morros, a Praia da Conceição é uma praia bem protegida pelos ventos. A praia tem 453 metros de extensão e também é o ponto de partida para chegar até a praia da Tainha. Um dos pontos icônicos desta praia é o espetáculo que acontece a cada pôr do sol. O Morro do Pico localizado no canto esquerdo da praia completa a bela paisagem do local.

Atol das Rocas
Atol das Rocas é um recife situado próximo a Fernando de Noronha. Com 3,7 km de comprimento, 2,5 km de largura, o atol é considerado uma das áreas mais importantes para a reprodução de aves marinhas tropicais do Brasil abrigando pelo menos 150 milhares de aves, de quase 30 espécies diferentes. É também o paraíso de muitas espécies aquáticas, por se tratar de uma montanha isolada, próxima de mares profundos e afastados da costa, ele é ideal para peixes de todos os tamanhos, moluscos, algas, crustáceos e tartaruga.

Buraco da Raquel
Raquel era uma menina portadora de deficiência mental, filha de um dos comandantes militares, que se escondia neste local em momentos de crise. Daí o nome, Buraco da Raquel. A descida às piscinas naturais não é permitida para preservar as espécies marinhas que lá vivem. Com uma grande pedra à beira-mar.

Praia do Cachorro
A Praia do Cachorro é pequena e acessível quando a maré está baixa. Um ponto igualmente imperdível de Noronha. Fica logo ao lado do buraco do Galego ( uma piscina natural formada pelas pedras). De águas cristalinas é possível facilmente ver uma rica vida marinha no local.

Enseada da Caieira
A Enseada da Caieira é ponto de partida para uma trilha que leva a praia do Atalaia, com cerca de 4,8 km. É uma praia linda com mar em tons de azul e verde e conhecida por abrigar tubarões. A Praia é rodeada por pedras que formam piscinas naturais e paisagens exuberantes. Localiza-se no mar de fora, próximo ao buraco de Raquel, grande formação rochosa caracterizada por um buraco que corta a rocha ao meio. Próximo dali também é possível ver outra formação rochosa, a qual lembra um grande navio encalhado.

Praia do Meio
A Praia do Meio faz parte do conjunto de praias do chamado "mar de dentro". Localizada entre as praias do Cachorro e Conceição, possui um mar de águas calmas, além de piscinas naturais nas pedras. O banho é proibido durante a ressaca. Ainda existe uma interessante pedra, chamada de Pião, pois é grande e está equilibrada em pedras menores.

Praia Air France
Região histórica, pois na década de 20 franceses se instalaram na região para prestar suporte em aviação. O banho não é permitido na Praia Air France, mesmo assim, vale a pena ir até lá, mesmo que seja somente para contemplar esse lindo espaço. Fica exatamente no ponto onde se encontram o mar-de-dentro e o mar-de-fora. O único forte fora da ilha principal fica aqui, é o Forte de São José do Morro. Neste local é sediada a Associação de Artistas e Artesãos Noronhenses.

Praia dos Abreus
A Praia dos Abreus é quase deserta e sem faixa de areia. Na maré baixa formam-se duas piscinas naturais por conta das pedras. Pode se chegar lá através de um trilha de 30 minutos. A visão do mar é incrível em um tom de azul característico de Noronha.

Praia do Sancho
A Praia do Sancho é uma praia de águas claras, localizada a oeste do Morro Dois Irmãos e a leste da Baía dos Golfinhos, no arquipélago de Fernando de Noronha. Já foi eleita a praia mais bonita de todo o mundo e fica fácil descobrir por que. A praia é isolada, tem areia branca e mar verde-esmeralda. É um dos melhores pontos da ilha para um mergulho.

Praia do Leão
Uma grande pedra que lembra um leão-marinho deitado é que foi inspiração para que esta se praia se chamasse Praia do Leão. Considerada uma das três mais belas praias do país, contém a seu lado o Morro da Viuvinha. Suas areias são claras, e as pedras formam piscinas naturais. Contém a presença dos destroços do Forte do Bom Jesus do Leão e seus 13 canhões quase enterrados. Esta é a praia onde mais ocorre a desova de tartarugas, com controle rígido, sendo que em período de desova ninguém pode acessar a Praia do Leão depois das 18h.

Forte de Nossa Senhora dos Remédios de Fernando de Noronha
O Forte de Nossa Senhora dos Remédios de Fernando de Noronha localiza-se ao norte da ilha de Fernando de Noronha, no arquipélago de mesmo nome, no estado de Pernambuco, no Brasil. Em posição dominante sobre o ancoradouro na baía de Santo Antônio, constituiu-se na principal estrutura de defesa da ilha e do arquipélago.

Mirante
A caminhada não é fácil, mas o visual compensa qualquer sacrifício. Neste ponto é possível observar os golfinhos rotadores que escolheram esta baía para descansar, reproduzir e socializar. Aqui você pode apreciá-los em seu habitat natural. O ideal é ir pela manhã, pois é o horário que eles aparecem para alimentar seus filhotes, descansar, brincar… Biólogos emprestam binóculos para poder visualizar melhor, pois não é permitido mergulhar no local.

Praia do Cachorro
A Praia do Cachorro é pequena e acessível quando a maré está baixa. Um ponto igualmente imperdível de Noronha. Fica logo ao lado do buraco do Galego (uma piscina natural formada pelas pedras). O nome da praia foi dado por conta de uma escultura em formato de cachorro que ficava no local.

Canal da Sela Ginete
Golfinhos-rotadores são pequenos golfinhos famosos por saltarem e girarem várias vezes em torno de seus próprios eixos antes de atingirem novamente a água. Durante o dia, essas criaturas descansam nas baías rasas de Fernando de Noronha e depois vão até águas mais profundas para caçarem. 

Amyr Klink


Amyr Klink é natural de São Paulo, filho de pai libanês e mãe sueca. Começou a frequentar a região de Paraty (RJ) com a família quando tinha apenas dois anos de idade. Essa cidade histórica é o lugar que o inspirou a viajar pelo mundo. Casou-se em 1996 com Marina Bandeira, com quem tem as filhas gêmeas Tamara e Laura, nascidas em 1997 e a caçula, Marininha, nascida no ano 2000.

Ficou conhecido pelas suas expedições marítimas, que empreende geralmente de forma solitária. O primeiro feito a ser amplamente divulgado ocorreu entre 10 de junho a 19 de setembro de 1984, quando realizou a travessia solitária, num barco a remo, no oceano Atlântico. Foi um percurso de sete mil quilômetros entre Luderitz, na Namíbia (África) e Salvador, na Bahia, percorrido sozinho.

Em dezembro de 1989, viajou rumo à Antártida, em um veleiro especialmente construído para a expedição, o Paraty. Permaneceu sozinho por um ano na região, sendo que por sete meses, seu barco ficou preso no gelo da Baía de Dorian. Da Antártica, rumou em direção ao Pólo Norte e retornou ao ponto de partida, a cidade de Paraty, em outubro de 1991.

A partir de então passou a planejar uma viagem de circunavegação da Terra.

Reside em Paraty (RJ), onde mantém uma escola de navegação para jovens carentes. Além de escrever livros, faz palestras sobre planejamento e empreendedorismo no meio empresarial. É formado em Economia pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduado em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie. Atualmente é diretor da Amyr Klink Planejamento e Pesquisa Ltda. e da Amyr Klink Projetos Especiais Ltda. É sócio-fundador do Museu Nacional do Mar, localizado em São Francisco do Sul (SC), e da Revista Horizonte Geográfico.





Textos de Amyr Klink

Pior que não terminar uma viagem
É nunca partir
Um homem precisa viajar
Por sua conta,
Não por meio de histórias, imagens, livros ou TV
Precisa viajar por si
Com seus olhos e pés
Para entender o que é seu
Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor
Conhecer o frio para desfrutar o calor
E o oposto
Sentir a distancia e o desabrigo
Para estar bem sob o próprio teto
Um homem precisa viajar para lugares que não conhece
Para quebrar essa arrogância
Que nos faz ver o mundo como o imaginamos
E não simplesmente como é ou poderia ser
Que nos faz professores e doutores do que não vimos
Quando deveríamos ser alunos
E, simplesmente, ir ver

O mar não é um obstáculo
É um caminho
Um dia é preciso parar de sonhar e
De algum modo, partir

Passados dois meses de tantas histórias, comecei a pensar no sentido da solidão. Um estado interior que não depende da distância...nem do isolamento; um vazio que invade as pessoas... E que a simples companhia ou presença humana não pode preencher. Solidão foi a única coisa que eu não senti, depois que parti...nunca...em momento algum. Estava, sim, atacado de uma voraz saudade. De tudo e de todos, de coisas e de pessoas que há muito tempo não via. Mas a saudade às vezes faz bem ao coração. Valoriza os sentimentos, acende as esperanças e apaga as distâncias. Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrerá de solidão; poderá morrer de saudade...mas não estará só!

Bonito



Localizada na região da Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul, Bonito é um dos principais polos de ecoturismo do Brasil. Com clima tropical, banhada por rios, com lindas cachoeiras, grutas e cavernas, a cidade está sempre surpreendendo seus visitantes. Abençoada por um lençol freático que atravessa rupturas de rochas calcárias, suas águas são enriquecidas com magnésio e bicarbonato de cálcio, o que faz com que fiquem sempre cristalinas, proporcionando passeios e mergulhos para pessoas de todas as idades. O que não falta em Bonito é o que fazer e o que visitar e se maravilhar.



Visitantes de todo o mundo são atraídos pela transparência das águas do Aquário Natural Baía Bonita, com de mais de 30 espécies de cardumes de peixes diferentes, quase ao alcance das mãos. Você pode optar também por passear pela Trilha dos Animais, onde existem pontos de observação para ver emas, jacarés, cervos do pantanal, sucuris, antas, lobos-guará, no seu próprio habitat. Este passeio é feito por trilha suspensa e acompanhado por um guia especializado em fauna e flora locais.


No Aquário de Bonito tem-se a oportunidade de se conhecer peixes raros como os albinos, espécies exóticas do Pantanal, arraias de água doce, peixes como o Jaú que tem mais de 1m20cm e média de 30kg, grandes pintados, cacharas, pacus e dourados.

Para os amantes das alturas e desejosos de um pouco de adrenalina, o Arvorismo Cabanas e o Arvorismo Ypirá Pe são belos atrativos, proporcionando o deslocamento entre as copas de árvores nativas através de travessias em cabo de aço, madeira, bambu e corda, com obstáculos e tirolesas.

Às margens do Rio Formoso, encontramos o Balneário Municipal, o Balneário Ilha Bonita e o Balneário do Sol, com fauna e flora exuberantes, lindas cachoeiras. Natureza, conforto e lazer, com restaurante, lanchonete, churrasqueira, parque infantil, salões de jogos, quadras esportivas, tirolesa, trampolim, piscina de água corrente, redes para o seu conforto e animais como búfalos, lhamas e pôneis.

Outros passeios muito procurados são as descidas pelo rio, seja por flutuação livre como no Bonito Aventura, ou por meio de boias enfrentando corredeiras e cachoeiras como no Bóia Cross Cabanas.


Rios de águas cristalinas, macacos, araras, tucanos, curtir e relaxar nas duchas das cachoeiras, aventurar-se entre os cardumes de peixes das piscinas naturais e depois saborear um delicioso almoço sul-mato-grossense preparado pela proprietária da Fazenda Água Viva, é o que você vai encontrar no passeio das Cachoeiras do Rio do Peixe.

Por sua beleza e fragilidade, a Gruta do Lago Azul, com mais de 80 m de profundidade, foi transformada em Monumento Natural para garantir sua preservação.


Em meio ao cerrado uma enorme cratera em arenito abriga diversos pássaros, principalmente as Araras Vermelhas. Em seu interior, um grande lago habitado por jacarés da espécie papo amarelo. É o que você vai encontrar no Buraco das Araras.

As Cavalgadas pelas matas da região são feitas com cavalos treinados para este fim. Se preferir, você poderá fazer um Bike Tour.


O Abismo das Anhumas é a maior caverna submersa do mundo. Seu acesso é feito exclusivamente através de uma fenda que existe na Rocha, numa descida vertical por Rapel de 72 metros até um deck sobre um lago de 80 metros de profundidade, com dezenas de cones de calcáreo que atingem até 19 metros. Mergulhadores certificados podem apreciar as formações rochosas bem de perto. A prática de Snorkel pode ser realizada com a ajuda de instrutores. Existem também botes que navegam sobre as águas e, na parte seca, um salão com espeleotemas que a natureza vem esculpindo a milhares de anos. No verão, a luz do Sol entra pela fenda do Abismo e reflete no lago iluminando todo o ambiente.


Para os Amantes do Mergulho e não tão amantes assim do Rapel, o local oferece diversos locais para se praticar este esporte. Temos o Mergulho no Rio da Prata, o Mergulho na Praia da Figueira, o Mergulho no Rio Formoso, a Nascente Azul e o Rio Sucuri.

Não podemos esquecer da Praia da Figueira, onde você poderá saborear os aperitivos servidos nos quiosques dentro e fora d’água.


Uma região onde homem e natureza têm conseguido conviver pacificamente, um respeitando o outro. A repórter Carina Dourado e o cinegrafista Mauro Zambrotti percorreram o Parque Nacional da Serra da Bodoquena para conhecer rios, cavernas e matas que permanecem intocados. E vão mostrar lugares onde a mão do homem fez renascer a fauna, trazendo de voltas aves que haviam sido expulsas pela falta de cuidado dos donos das terras.

O vídeo também vai mostrar como a dedicação de um fazendeiro deu vida ao Buraco das Araras, hoje um dos lugares mais procurados pelos turistas. Vai apresentar também os pequenos macacos que, treinados pelo dono de uma pousada, comem frutas nas mãos dos visitantes, mas continuam vivendo na floresta, sem incomodar quem mora na região.

Os repórteres vão mostrar também os rios de Bonito, com suas águas incrivelmente transparentes, onde é possível nadar ao lado de cardumes de Piraputangas e dos imponentes Dourados, o Rei dos rios e terror dos peixes menores.













Inhotim



Inhotim é um paraíso artístico.

Considerado o maior centro de arte ao ar livre da América Latina, o Instituto Inhotim mistura arte e natureza, em 97 hectares.

Situa-se na cidade de Brumadinho, a cerca de 60 km da Capital de Minas Gerais, Belo Horizonte, Brasil.

Idealizado pelo empresário mineiro Bernardo Paz ainda nos anos 80, o Inhotim teve início na área que sediava uma de suas fazendas, em Brumadinho, onde ele construiu galerias para abrigar sua coleção particular de arte contemporânea.

Com a ajuda do amigo e famoso paisagista Roberto Burle Marx, Paz também cultivou um jardim botânico com cerca de 4.300 espécies de todo o Brasil, incluindo a maior coleção de palmeiras do mundo.

Em 2006, Paz decidiu compartilhar seu acervo com a comunidade, abrindo as portas de Inhotim para visitação. É o museu de arte contemporânea mais visitado do Brasil, segundo seus curadores.

Possui atualmente cerca de 70 obras em exposição, que se dividem entre trabalhos permanentemente instalados e aqueles expostos em quatro galerias, que abrigam mostras temporárias de longa duração: Fonte, Lago, Mata e Praça.

A proposta museológica de Inhotim compreende diferentes espaços expositivos. Muitas obras estão expostas ao ar livre, em meio ao jardim, imersas na mata, no topo de uma montanha, ou sobre um espelho d'água. Outros trabalhos se encontram em espaços fechados, exibidos individualmente em pavilhões construídos especialmente para abrigá-los, ou compondo mostras coletivas em grandes galerias.

A coexistência de espaços abertos e fechados promove uma experiência única. Você não somente vê as abras de arte, como também pode senti-las.

Outro diferencial deste espaço museológico de Inhotim é a ausência de um percurso linear preestabelecido, de uma ordem obrigatória, ou de uma perspectiva predominante. As trilhas que percorrem o parque, propõem percursos livres entre as obras ao ar livre e as galerias.

Inhotim possui uma das maiores coleções de palmeiras do mundo com mais de 1300 espécies e uma imensa variedade de plantas de todo mundo. Com isso, acabou ganhando o titulo de jardim botânico.
É um lugar único onde você sai, sentindo que realmente viu algo novo, transformando-o em um dos museus mais importantes do mundo.

As dimensões de Inhotim permitem obras tridimensionais como “Piscina”, de 2009, do artista argentino Jorge Macchi. Trata-se de uma piscina ao lado de um bloco de concreto, dividido em degraus com as letras do alfabeto.

A galeria dedicada à brasileira Adriana Varejão é uma excêntrica declaração de amor.
O idealizador do Inhotim, Bernardo Paz, colecionava obras de Adriana desde 1998, quando a conheceu. Em 2005, se casaram.
Uma das construções mais belas do Inhotim, com um espelho d’água refletindo a estrutura de três andares, o edifício foi apelidado de Taj Mahal, equiparando o feito de Paz ao do imperador Shah Jahan, que construiu o mausoléu na Índia como prova de amor para a esposa falecida.

A artista francesa Dominique Gonzales-Foerster também foi comissionada para criar uma obra no estilo site-specific, ou seja, pensada e desenvolvida para um lugar específico.

Gonzales-Foerster escolheu um morro descampado perto da floresta tropical preservada do Inhotim para construir “Desert Park”. A obra consiste em uma pequena coleção de pontos de ônibus de concreto, em tamanho real, espalhados numa área coberta de areia branca.

Miguel Rio Branco, fotógrafo espanhol radicado no Brasil, trabalhou diretamente com arquitetos de Inhotim na construção de uma galeria especialmente projetada para suas obras.

Uma das séries mais importantes da arte contemporânea brasileira, as “Cosmococas”, também têm sua galeria exclusiva no Inhotim.

Criações dos brasileiros Hélio Oiticica e Neville d’Almeida, as cinco instalações das “Cosmococas” são definidas pelos artistas como “ambientes sensoriais”.
Os espectadores vivenciam a obra, sentando em sofás, deitando em redes até nadando em uma piscina.

O complexo ainda tem um restaurante cinco estrelas, que harmoniza culinária internacional de alto padrão e diversificada carta de vinhos com uma vista privilegiada para o parque de esculturas.

O museu tem ainda pavilhões para exibição revezada do acervo de Paz, que inclui os mais importantes nomes da arte internacional dos anos 60 até então: Janet Cardiff, Larry Clark, Matthew Barney, Vik Muniz, Rirkrit Tiravanija e Franz Ackermann.

Inhotim desenvolve projetos de inclusão social com a comunidade da cidade de Brumadinho, oferecendo cursos de capacitação no setor turístico, além de empregar jovens como monitores.

Nas dependências de Inhotim também podemos encontrar espaços que servem de sala de aula para cursos em arte contemporânea e botânica para crianças e adolescentes.



Em Inhotim, também podemos encontrar um exemplar de Flor-Cadáver. A primeira floração foi em 2010, e a segunda, em 2012, atraindo milhares de turistas.
Nome científico, Amorphophallus titanum significa, literalmente: Falo gigante sem forma.

Pode viver até 40 anos, mas só floresce duas ou três vezes.

Também conhecida por jarro-titã, flor-cadáver ou titan arum é a maior e mais malcheirosa "flor" do mundo. Porém, não é de fato uma flor, mas uma inflorescência apelidada de espádice. Quando desabrocha, ela chega a atingir três metros de altura e pode pesar até 75 Kg.

Seu forte odor atrai insetos carniceiros (principalmente besouros), por isso a fama de maior planta carnívora do mundo.

Essa planta tuberosa, cultivada em diversos jardins botânicos, permanece endêmica somente nas florestas tropicais do oeste da Sumatra, uma ilha da Indonésia, no Oceano Índico, onde é conhecida como "flor cadáver". Este nome pode derivar do cheiro nauseante que exala. 

Foi descoberta pelo botânico italiano Odoardo Beccari, em 1878.


Instituto Inhotim

Horários
Parque
Terça a sexta-feira: 09h30 às 16h30hs
Sábado, Domingo e feriado: 09:30 às 17:00hs
Lojas
Terça a sexta-feira: 09:30 às 16:30hs
Sábado, Domingo e feriado: 09:30 às 18:30hs
Restaurantes
Terça a sexta-feira: 12:00 às 16:00hs
Sábado, Domingo e feriado: 12:00h às 17:00hs
Lanchonetes
Terça a sexta-feira: 09:30 às 18:30hs
Sábado, Domingo e feriado: 09:30 às 17:00hs
 Galeria de Fotos

Como Chegar
Mapa do Complexo
Edgard de Souza
Abre a Porta de John Ahearn e Rigoberto Torres
Janet Cardiff e Miller
Beam Drop de Cris Burden
Celecanto Provoca Maremoto de Adriana Varejão
Desvio para o vermelho de cildo meirles
Desvio para o vermelho de cildo meirles
True Rouge de Tunga
Penetravél Magic Square no 5  Luxe de Hélio Oiticica
Cildo Meireles
Árvore Suspensa
O Centro de Educação e Cultura Burle Marx é um espaço com diversos ambientes para receber o seu evento
Restaurante
Simon Starling