Projeto Arquitetônico da Pampulha

Em 1936, o prefeito de Belo Horizonte, Otacílio Negrão de Lima, iniciou o represamento do ribeirão Pampulha, objetivando a construção da Lagoa da Pampulha, cuja finalidade seria amortecer enchentes e contribuir para o abastecimento de água para a capital. A Lagoa da Pampulha foi completada em 1943 na gestão de seu sucessor, Juscelino Kubitschek. Em seus planos de modernização da cidade, JK aproveitou a lagoa para construir um projeto arquitetônico que ficou mundialmente famoso. A Lagoa da Pampulha, com 18 quilômetros de extensão, representa um belo cenário para diversas atividades 

O Projeto Arquitetônico da Pampulha nasceu na década de 40, quando Juscelino Kubitschek, solicitou a Oscar Niemeyer um projeto em uma área a 10 km do centro da cidade, e tem como base, a Igreja de São Francisco de Assis, a Casa do Baile, o Museu de Arte da Pampulha e a Casa Kubitschek. As linhas do arquiteto brasileiro ajudaram a construir nossa história e inspirou a construção de Brasília, capital do Brasil.

A Lagoa da Pampulha foi criada na década de 30 com a finalidade de abastecer de água a região metropolitana. Com um comprimento de 18 Km, hoje é uma atração turística e palco para a famosa Volta Internacional da Pampulha, uma Corrida de rua que conta com a participação de atletas amadores, de elite brasileiros e estrangeiros.

A orla da Pampulha foi cercada por uma imensa estrutura de lazer, como o estádio Mineirão, o Mineirinho, o Zoológico de Belo Horizonte, o Centro de Preparação Equestre da Lagoa, uma Estação para Tratamento da Água e Esgoto, o Parque Ecológico e pistas para ciclismo e caminhada.

A Pampulha tem muito a oferecer a seus visitantes. Encontramos arte em toda a orla, nas grandes obras de Niemeyer e de grandes artistas como Portinari, Ceschiatti, Burle Marx, Zamoiski e José Pedrosa.

Emoldurada pela Lagoa da Pampulha e pelos Jardins de Burle Marx, a Igreja de São Francisco de Assis em linhas curvas e tons azuis é totalmente revestida por azulejos e painéis de Cândido Portinari, retratando Via Sacra.

As curvas da Casa do Baile acompanham as curvas da Lagoa da Pampulha e são emolduradas pelos Jardins de Bule Marx. Atualmente abriga o Centro de Referencia em Urbanismo, Arquitetura e Design.

Criado para ser um cassino, o Palácio de Cristal, o Museu de Arte da Pampulha é cercado pelo paisagismo de Burle Marx e estátuas de Ceschiatti, Zamoiski e José Pedrosa.

Na Avenida Otacílio Negrão de Lima número 4188, à margem da lagoa, a Casa Kubitschek foi construída para ser a casa de campo do Prefeito, com mobiliário de reconhecimento nacional e internacional. Atualmente é aberta a visitação de terça-feira a Domingo, e a entrada é franca.

Em 1965 foi construído o estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, como é conhecido. O 5º maior estádio do Brasil, reformado em 2014 para receber os jogos da FIFA, e, junto, foi inaugurada a esplanada do Mineirão, uma área externa para shows e grandes eventos, onde a população e visitantes podem desfrutar de uma boa caminhada ou praticar esportes, cercados por um lindo cenário. De um lado o grande e exuberante estádio do Mineirão, e de outro, a mata que o cerca, e ainda a bela vista do Estádio para jogos coberto, o Mineirinho.

O Mineirinho é um estádio poliesportivo criado em 1980 com a finalidade de incentivar o esporte especializado. Com a capacidade para 25 mil pessoas, também é palco para shows e diversos espetáculos.

O Jardim Zoológico, um dos mais completos da América Latina, tem de tudo. Desde rinocerontes, hipopótamos, girafas, elefantes, gorilas, cobras, aves exóticas, animais em extinção e muitas, muitas borboletas. Além disso, ele abriga o  o Jardim Botânico com estufas temáticas da flora da Mata Atlântica, Caatinga, Mata Rupestre, Cerrado, Plantas Medicinais; o Jardim Japonês com suas pontes, lanternas, lago com carpas coloridas e cascatas artificiais; o Aquário da Bacia do São Francisco, com cerca de 22 tanques com peixes da Rio São Francisco. Um espetáculo a parte que não pode deixar de ser visitado.

Parque Ecológico Francisco Lins do Rego, conhecido como Parque Ecológico da Pampulha, foi inaugurado em 21 de maio de 2004. Suas características, pouco comuns no Brasil, proporcionam às pessoas uma integração direta com o meio ambiente. Com 30 hectares de áreas verdes, o Parque é propício para a caminhada, para andar de bicicletas, soltar papagaio, fazer piquenique ou simplesmente curtir a natureza sob a sombra de uma árvore. Considerado patrimônio de Belo Horizonte, o espaço recebe cerca de 5.000 pessoas nos finais de semana. Nele também foi construído o Memorial Minas-Japão, monumento construído em 2009 em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa ao Brasil.

Ao longo dos anos, a Pampulha assumiu seu papel frente ao turismo e lazer. A riqueza do complexo arquitetônico atrai milhares de turistas todos os anos.

Venha você também conhecer esse cartão postal de Belo Horizonte!

Galeria de Fotos


Mapa lagoa pampulha.jpg
"Mapa lagoa pampulha" por Cid Costa Neto - Obra do próprio. Licenciado sob CC BY-SA 3.0 via Wikimedia Commons.


São Miguel dos Milagres

São Miguel dos Milagres é um dos mais antigos povoados de Alagoas. A colonização começou durante a invasão holandesa, quando moradores de Porto Calvo fugiram à procura de um abrigo onde pudessem observar o movimento dos invasores que utilizavam o rio Manguaba para chegar ao interior. Eles encontraram na região uma colina de onde avistaram extensa área de terras até o mar. Formou-se aí o engenho Mata Redonda, local onde houve uma grande batalha, que resultou na expulsão dos holandeses.

A 106 km de Maceió, São Miguel dos Milagres é um local lindíssimo,mas não oferece vida noturna agitada. Indico para quem deseja descansar e curtir a natureza.

Com praias de areia fina e clara, mar azul-esverdeado com águas mornas e cristalinas, piscinas naturais, recifes de corais, manguezais, rios e coqueirais. Famosa por ter uma das melhores culinárias do Estado, muito rica em frutos do mar.



Lá encontramos quatro praias de águas mansas e cristalinas.

Praia de Porto da Rua 
Conhecida como um dos destinos mais procurados da cidade, costuma receber um bom número de turistas durante a alta temporada. No restante do ano fica praticamente deserta, sendo frequentada por alguns moradores próximos e pescadores. O mar é calmo, de águas claras e limpas, que mais parece uma piscina natural. É ideal para o banho e prática de esportes náuticos, como vela e caiaque. Possui uma infra-estrutura razoável, com alguns bares que servem petiscos de peixe frescos e bebidas.  É nessa praia que se realiza o Festival de Frutos do Mar e a Micarua, além das festas do padroeiro e de Emancipação.

Praia do Riacho
Uma belíssima praia repleta de coqueiros e quase deserta, onde as pessoas costumam fazer caminhadas em meio a natureza selvagem.

Praia de São Miguel dos Milagres
Uma enseada com faixa de areia e coqueiros, com recifes e grande diversidade de fauna. Muito procurada para a prática de pescaria indígena, onde se armam espetos de pau no mar.

Praia do Toque
Com águas claras e quentes, atrai pessoas a procura da prática de mergulho. Uma região de São Miguel dos Milagres com belas e aconchegantes pousadas e uma gastronomia diversificada.

Praia de Porto da Rua
Um local muito visitada devido a seu charme e piscinas naturais, ideais para se contemplar a vida marinha.
Apesar de ser uma vila de pescadores, possui uma diversificada rede de restaurantes onde se pode deliciar diversos tipos de frutos do mar.


O Que Fazer

Além das belíssimas praias de área clara e mar cristalino rodeadas de coqueiros, com piscinas naturais, Sao Miguel dos Milagres ainda conta com um segmento voltado ao Ecoturismo e Turismo de Aventura, oferecendo a seus visitantes a prática de mergulho autônomo, passeios de barco, buggy e jangada, aluguel de caiaques, Troller 4x4 e Beach Bikes.



Visita ao Rio Tatuamunha e Santuário Peixe-Boi

Um passeio de jangada pelo Rio Tatuamunha, com parada no manguezal, outra para um banho no rio, e passeio ao Santuário do Peixe Boi Marinho. (Uma associação comunitária, composta por ribeirinhos, pescadores, estudantes, todos moradores dos municípios de Porto de Pedras e São Miguel dos Milagres, no litoral norte de Alagoas).

De cara arredondada, olhos pequenos e corpo roliço, os peixes-bois marinhos ganharam esse nome por se alimentar, principalmente, de uma planta chamada capim-agulha, encontrada em algumas praias e estuários. Herbívoro, essa espécie também se alimenta de algas marinhas e folhas de mangue e, quando adulto, é capaz de consumir até 60 kg de plantas aquáticas por dia.

Possuem a pele rugosa e sua cor varia entre cinza e marrom-acinzentado. No focinho, muitos pelos táteis, sensíveis ao movimento ou ao toque. Suas narinas estão na parte de cima do focinho, com duas grandes aberturas.

Para nadar, o peixe-boi marinho impulsiona sua nadadeira caudal, usando as duas nadadeiras peitorais (que possuem unhas) para controlar os movimentos. 

Eles chegam a medir 4m de comprimento e pesar até 600 kg, e, apesar do tamanho, são criaturas dóceis e cativantes.

Segundo estimativas, existem aproximadamente 130.000 animais no mundo todo. De acordo com pesquisas desenvolvidas pela Fundação Mamíferos Aquáticos, a Universidade Federal de Pernambuco e a FURG, na área compreendida de Alagoas até o Piauí, a estimativa populacional evidencia aproximadamente 1.000 indivíduos, sendo considerado no Brasil, o mamífero aquático mais ameaçado de extinção.


Infelizmente, a caça, a pesca predatória e a ocupação costeira desordenada levaram o peixe-boi marinho à categoria de “espécie em perigo critico de extinção” pelo Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Sirênios (ICMBio, 2011).


Praia do Patacho - Porto das Pedras

A apenas 10 quilômetros de São Miguel dos Milagres, encontramos o município de Porto de Pedras. Saindo do centro de São Miguel, vire à direita após passar por uma praça com uma estátua do Padre Cícero. É preciso pegar uma estrada que avança pelo meio de um coqueiral até chegar à orla deserta.

É lá que encontramos a Praia do Patacho, lindíssima e quase deserta, com mar calmo, raso, águas mornas e cristalinas, areia clara cercada de coqueiros, com piscinas naturais, e onde se pode ver a Lua nascer no horizonte. Sua beleza se deve principalmente pelo aspecto selvagem.  Não há barracas, bares ou restaurantes na praia.



Como Chegar
São Miguel dos Milagres fica a 11 km de Maceió.
De carro o caminho é pela AL-101. Os primeiros 50 km, até Barra de Santo Antônio, seguem muitas vezes paralelos à praia e ao coqueiral. Após atravessar São Luís do Quitunde, deixe a rodovia principal e vire à direita em direção a Passo de Camaragibe, onde a estrada volta a encontrar o mar.



Farol La Jument


Uma das zonas mais perigosas para a navegação foi, durante séculos, o Cabo Finisterra francês, um local de grande concentração de faróis, e, o mais famoso, La Jument.

As águas ao largo da costa da Bretanha, estão entre as mais perigosas na Europa. Durante a construção do farol mais de 30 navios naufragaram por causa das tempestades severas.

Situado na Ilha de Quessant, a 20 Km da costa francesa, mede 47 metros, e a sua luz alcança cerca de 40 quilómetros.

A Famosa Fotografia de 1989

Até 1991, Théodore Malgorne foi o responsável pela manutenção da iluminação no farol.

Em 21 de Dezembro de 1989, Jean Guichard viajou para o farol num helicóptero quando uma tempestade começou. Guichard, um famoso fotógrafo marítimo em toda a França, decidiu tirar fotos do farol durante uma tempestade. No interior, o faroleiro Théodore Malgorn estava à espera de ser resgatado e pensou que o helicóptero de Guichard era seu helicóptero de resgate.

Ele desceu as escadas para abrir a porta. Neste momento, uma onda gigante envolveu o farol. Malgorn, felizmente, correu para dentro e conseguiu fechar a porta. Guichard tirou uma série de fotos que o tornou famoso. Venderam mais de um milhão de posters e garantiu-lhe o prémio World Press Photo.

Dois anos depois, veio a automação dos faróis Bretões e  Malgorn, o faroleiro de La Jument, aposentou-se em 1991.




Rainbow River, Flórida


O Rio Rainbow está localizado em Dunnellon, Florida. é alimentado por nascentes de águas cristalinas, designado pelo Estado da Flórida como uma extraordinária rede hidroviária e de preservação aquática. Ocupa o quarto lugar no estado pelo volume de água.

Além das nascentes localizadas nas cabeceiras, existem muitas fontes menores que a desaguam a partir de grutas, fendas de rochas e areia em toda extensão do rio.




O Rainbow Springs State Park é o destino para deseja praticar natação, mergulho, canoagem, piquenique, ou para aqueles que simplesmente desejam passear pelas suas trilhas e para das muitas plantas e animais que abundam por lá.

Possui uma ampla variedade de peixes, vida selvagem e plantas. Os visitantes podem ver uma variedade de flores silvestres, carvalho, pinheiros, magnólia, dogwood, redbud e árvores de nogueira; esquilos cinzentos, falcões, corujas, veados, e uma grande variedade de aves pernaltas.

A relativa paz e tranquilidade da temporada de inverno oferece muito para o entusiasta da natureza. Há uma sala localizado no centro de visitantes exibindo recursos históricos, naturais e culturais do parque.

Devido à popularidade do rio, é importante que os visitantes sigam as regras do Parque para que todos possam ter uma agradável experiência e o recurso seja preservado para as futuras gerações.

Um rio sinuoso e de águas calmas, com cerca de 10 Km de comprimento e se funde com o rio Withlacoochee em Dunnellon, Florida. As águas cristalinas ficam a uma temperatura de 22º C graus durante todo o ano.

Desfrute das água e mantenha o Rio Rainbow saudável e bonito!
Esse raro e deslumbrante rio é o único do gênero na Terra.













This rare, breathtaking rainbow river is the only one of its kind on Earth!
Posted by The Weather Channel on Segunda, 9 de novembro de 2015

Museu das Reduções



Localizado a cerca de 25Km do centro histórico de Ouro Preto, no distrito de Amarantina, o Museu das Reduções é uma das mais genuínas expressões do talento e da arte do povo mineiro. Uma obra da iniciativa privada, sem fins lucrativos, idealizada, projetada e executada pelos irmãos Vilhena, Ênio, Décio, Evangelina e Sylvia.


Todas as obras foram produzidas com o mesmo material empregado na construção dos edifícios originais, obedecendo as mesmas proporções (25 vezes menor que a original). Ênnio foi o artesão-mor, responsável pela criação da técnica da construção e de todo o ferramental. Além disso, era o responsável pelos trabalhos em metal, alvenaria e madeira. Sylvia fez as pinturas manuais em vitrais e azulejos e as esculturas em pedra sabão: imagens sacras, colunas, relevos, brasões, etc. Décio foi o responsável pela parte racional, como escalas, plantas, cálculos, desenhos, etc. Ele fez ainda toda a parte de madeira trabalhada, como portas, treliças, balaústres, canhões, caixilhos de 1 mm de espessura e janelas almofadadas. Evangelina coordenou a equipe, além de ter fotografado os monumentos.

A instituição preserva cinco séculos da arquitetura e da arte usadas na construção dos mais belos e importantes monumentos do Brasil: são 29 réplicas reduzidas, expostas em jardins suspensos, que 
que retratam com perfeição os 5 séculos de nossa riquíssima arquitetura de 15 estados diferentes do Brasil.

O Museu abriga em seu acervo verdadeiras relíquias, monumentos históricos tombados, reproduzidos artisticamente em escala reduzida, observando-se rigorosamente a utilização dos mesmos materiais empregados nas edificações originais.

Entre as obras, todas com grande riqueza de detalhes, estão a Igreja da Glória do Outeiro (Rio de Janeiro/RJ), o Farol da Barra (Salvador/BA), a Casa dos Contos (Ouro Preto/MG), o Palácio da Alvorada (Brasília/DF) e a Igreja de São Francisco de Assis (Belo Horizonte/MG) onde também se encontra a reprodução dos painéis de Cândido Portinari.

Rua São Gonçalo, nº 131 - Distrito de Amarantina
Tel: (31) 3553-5182

Visitação de segunda-feira a domingo das 09:00h às 17:30h





Ouro Preto


Situada a aproximadamente 95km de Belo Horizonte, capital de Minas Geris, no Brasil, Ouro Preto é considerada uma das principais cidades turísticas do estado.

A cidade, fundada em 1711, no auge do ciclo do ouro, foi construída por artistas e escravos, inspirados nos modelos europeus, criando um estilo nacional diferenciado, possui o maior acervo arquitetônico do país e foi a primeira cidade brasileira a ser declarada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 1980.

Ouro Preto possui várias igrejas, museus, chafariz e vários outros pontos turísticos, e a melhor maneira de conhecê-los é caminhando por suas ladeiras e apreciando os casarões e monumentos que mantêm vivos a rica história da cidade.

A Praça Tiradentes é um ponto de encontro de moradores e vários turistas, brasileiros e estrangeiros, que utilizam a praça como ponto de partida para os outros pontos turísticos.

A Praça Tiradentes também abriga o Museu da Inconfidência, que ocupa a antiga Casa de Câmara e Cadeia de Vila Rica, dedicado a preservação da memória da Inconfidência Mineira. Possui obras de Ataíde e Aleijadinho. Foi criado em 1938 com peças recolhidas na região, tornando-se um dos mais importantes prédios do país.

O Museu do Oratório fica ao lado da Igreja Nossa Senhora do Carmo e funciona em um casarão histórico, onde morou Aleijadinho. Possui uma coleção de 162 oratórios e 300 imagens genuinamente brasileiras.

Construído entre 1782 e 1787, o Museu Casa dos Contos foi residência e “Casa de Contratos” onde eram recolhidos os impostos. Serviu para diversos fins, inclusive de cárcere para os inconfidentes. Hoje o local é Sede do Museu da Moeda e Centro de Estudos do Ciclo do Ouro. É um dos mais completos de Ouro Preto, e ainda abriga uma senzala em seu interior.

Apesar de ter a a maior parte do intenso fluxo turístico focado na arquitetura e importância histórica, o município possui um rico e variado ecossistema a seu redor, com cachoeiras, trilhas seculares e uma enorme área de mata nativa, protegida com a criação de Parques Estaduais.

A tradicional Maria-Fumaça, percorre um o trecho ferroviário entre Ouro Preto e Mariana, com 18 Km de extensão puxando um vagão panorâmico que permite uma vista excepcional da paisagem.

O Parque Estadual do Itacolomi oferece centro de visitantes, passeios com monitores tanto na parte histórica quanto nas trilhas e expedições. Lá encontramos o Pico do Itacolomi, que serviu de referência aos viajantes e aventureiros que buscavam ouro e pedras preciosas na região depois de 1694; a Fazenda São José do Manso, que abriga a Casa Bandeirista, construção feita por bandeirantes do século XVIII; e o Museu do Chá.

O Parque Municipal da Cachoeira das Andorinhas possui cachoeiras, piscinas naturais e área de camping. A Cachoeira que dá nome ao parque está no interior de uma formação rochosa semelhante a uma gruta e abriga grande quantidade de andorinhas-de-coleira no verão.

A Mina Chico Rei situa-se nos fundos do quintal de uma propriedade particular. Nas paredes da mina encontram-se cavidades onde era depositado o ouro recolhido durante o dia. A área total é de 80Km² com 175 galerias, escavadas em três níveis de profundidade. 

As portas para os encantos de Ouro Preto estão sempre abertas a você.
Bem Vindo!


Viajar é Preciso



Um homem precisa viajar.
Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV.
Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu.
Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor.
Conhecer o frio para desfrutar o calor.
E o oposto.
Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.

Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser.
Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.
Amyr Klink

Photo by Peyerl Heinz
The Castle Cochem, Germany

Carta aos Mergulhadores


Como todos os seres humanos, nascemos no coração da mãe-terra. Temos braços e pernas, respiramos oxigênio que entra em pequenos pulmões. Passamos grande parte da nossa vida na posição vertical que nos dá uma maior autonomia e conforto na terra. Vistos superficialmente somos iguais a todos os seres humanos.

Mas analisando um pouco mais fundo, alguma coisa nos faz diferente. Nascemos com os olhos acostumados ao azul das águas. Temos um corpo que anseia pelo braço do mar e, um pulmão que aceita grandes privações de ar apenas para prolongar a nossa vida no mundo azul.

Somos homens e mulheres de espírito inquieto. Buscamos na nossa vida mais do que foi dado. Passamos por grandes provas para nos aproximar dos peixes.

Transformamos nossos pés em grandes nadadeiras, seguramos o calor do nosso corpo com peles falsas e chegamos ate a levar um novo pulmão em nossas costas. E tudo isto para quê? Para podermos satisfazer uma paixão, um sonho. Porque nós, algum dia, de alguma forma, fomos apresentados a um mundo novo. Um mundo de silêncio, calma, mistério, respeito e amizade. E esta calma e silêncio nos fizeram esquecer a bagunça e agitação do nosso mundo natal. O mistério envolveu nosso coração sedento de aventura.

O respeito que aprendemos a ter pelos verdadeiros habitantes desse mundo. Respeito esse que, só depois de ter sentido a inocência de um peixe, a inteligência de um golfinho, a majestade de uma baleia ou mesmo a força de um tubarão, podemos compreender.

E a amizade. Quando vamos até o fundo do mar, descobrimos que ali jamais poderíamos viver sozinhos. Então levamos mais alguém. E esta pessoa, chamada de dupla, companheiro ou simplesmente amigo, passa a ser importante para nós. Porque, além de poder salvar nossa vida, passa a compartilhar tudo que vimos e sentimos. E em duplas, passamos a ter equipes, e estas passam a ser cada vez maiores e mais unidas. E assim entendemos que somos todos velhos amigos mesmo que não nos conheçamos. E esse elo que nos une é maior que todos os outros que já encontramos.

E isso faz com que nós mais do que amigos, sejamos irmãos. Faz de nós, mergulhadores.
Jacques Yves Cousteau
11/01/1910 – 25/06/1997

Que Mundo Maravilhoso



A vida é uma linda viagem
Cujo roteiro nós mesmos traçamos no dia a dia.
Aproveite cada momento desta viagem,
Pois a passagem é só de ida.

Abra os olhos e veja...
Há encantos em todos os lugares,
Mas podem ser tão pequenos
Que você pode até não percebê-los.

Viva a vida
E, não somente,
Sobreviva.


Eu vejo as árvores verdes,
Rosas vermelhas também.
Eu as vejo florescer para mim,
E para você,
E eu penso comigo...
“Que mundo maravilhoso!”

Eu vejo o céu, tão azul!
E nuvens tão brancas,
O brilho abençoado do dia,
E a escuridão sagrada da noite.
E eu penso comigo...
“Que mundo maravilhoso!”

As cores do arco-íris,
Tão bonitas no céu,
Estão também no rosto
Das pessoas que se vão.

Vejo amigos apertando as mãos,
E dizendo: “Como vai você?”
Eles realmente dizem: “Eu te amo!”

Eu ouço bebês chorando,
Eu os vejo crescer...
Eles aprenderão muito mais
Que eu jamais saberei.
E eu penso comigo...
“Que mundo maravilhoso!”
Foto: Cássio Corradi
Vídeo: BBC ONE

Malta


Pequena, aconchegante, surpreendente e muito pouco conhecido, o arquipélago de Malta situa-se a 90 km da Sicília e 290 km do norte da África e  já foi cenário de filmes famosos como “O Gladiador", "Tróia", "O Conde de Montecristo", “Game of Thrones”, “Popeye”, “By The Sea”.

Apesar de pequena, Malta tem muitos atrativos. O país é formado por três ilhas (Malta, Gozo e Comino) e tem muita história, pois seu território passou por civilizações bem diferentes, como fenícios, romanos, árabes e britânicos.


Valletta é a capital do país e também o coração comercial da ilha. A cidade fortificada é uma das menores capitais da Europa, e reúne uma catedral, alguns museus, centenas de lojas e uma vista imperdível a partir do Jardim Barraka. Dali é possível avistar fortalezas, bastiões e o principal porto do país.


Mdina, a "cidade do silêncio", com suas ruas estreitas e vazias, faz com que você se sinta em uma cidade medieval com o vai e vem das charretes que levam turistas para passear.


Marsaxlokk, uma pequena vila de pescadores no sul da ilha oferece vários restaurantes em frente a uma baía, com um cardápio variado de peixe fresco, além do animado mercado aos domingos, com barracas de flores, frutas, comidas típicas, roupas e muitos souvenirs de Malta.


Em Gozo está o Templo de Ggantija (em maltês significa gigante). Estudiosos acreditam que esse templo neolítico foi construído entre os anos de 3.600 e 3.200 a.C. e que o local foi habitado por gigantes por conta do tamanho das suas rochas.


A rocha calcária conhecida como Azure Window, em Gozo, é uma das atrações turísticas naturais do arquipélago.


A Blue Grotto (Gruta Azul), além de ser ponto turístico com o claro azul do Mar Mediterrâneo das ilhas de Malta é ideal para mergulho.


Todas as três ilhas oferecem pontos de mergulho únicos, com uma abundância de recifes, cavernas e naufrágios.

A calma e a claridade do mar oferecem uma excelente visibilidade, vida marinha em abundância, sendo considerado o terceiro melhor lugar do mundo para mergulhar pelos leitores da revista norte americana “Diver Magazine”.

As profundezas dos mergulhos variar, desde o raso de 12 metros Għar Lapsi mergulho para Lantern Point, com o seu túnel subaquático que leva até bem mais de 50 metros. Dwejra, em Gozo, tem cavernas, arcos e até um buraco azul que desce a um profundiade de 17 metros.

Além da abundante vida marinha, Malta ainda oferece vários pontos de naufrágios, navios e aviões afundados da Segunda Guerra Mundial, em perfeitas condições.