Curaçao




Curaçao é um dos destinos do sonho para vários viajantes. Também não é por menos. Mar azul turquesa, praias de areia branquinha, compras sem impostos e arquitetura holandesa.

A ilha só virou um país efetivamente em 2010, quando se tornou um país autônomo constituinte do Reino dos Países Baixos.

Foi a capital das Antilhas Holandesas e está a apenas 70km da Venezuela. Sua língua oficial é o holandês, mas também se fala, inglês e papiamento, uma linguagem crioula falada nos territórios holandeses do caribe, mais precisamente nas maiores ilhas, Aruba, Bonaire e Curaçao, que mistura português, holandês, inglês, espanhol e línguas africanas.

Com apenas 159 mil habitantes e uma economia que se baseia na refinaria de petróleo e no turismo, o lugar é destaque entre as ilhas caribenhas por possuir clima tropical o ano inteiro e estar fora da rota de furacões. Durante os meses mais chuvosos, entre novembro e fevereiro, podem cair fortes pancadas a qualquer minuto e, logo depois, o tempo abre novamente.

A capital de Curaçao, Willemstad, está dividida em Otrobanda e Punda, e quem faz a ligação entre as duas é a QueenEmma Bridge, uma ponte flutuante capaz de se movimentar quando há necessidade de alguma embarcação passar pelo canal.

Caminhar em Willemstad, especialmente em Punda, é como caminhar em um pedacinho perdido da Holanda no Caribe. Sua arquitetura é um charme com as casas com paredes de forte colorido.

Conta-se que um antigo governante acordava todos os dias com uma forte dor de cabeça e, ao olhar pela janela, sua dor se tornava mais intensa pelo reflexo das paredes brancas da capital. Ordenou, então, que as casas fossem pintadas de diferentes cores para ter seu problema sanado. Se a dor de cabeça do regente melhorou, ninguém soube me dizer, mas é certo afirmar que as casas de cores berrantes são maravilhosas.

Curaçao faz parte do ABC do Caribe (Aruba, Bonaire e Curaçao) todas com praias paradisíacas, de águas cristalinas, com temperatura variando entre 26ºC a 29ºC, tão límpidas que se pode ver a areia e os corais no fundo, e proporciona um mar de cor única e perfeito para o mergulho. É uma pena que as mais bonitas praias da ilha são pagas, mas isso não atrapalha o turismo, e garante uma boa estrutura aos visitantes.

Os fortes, que um dia tiveram a função de proteger a capital contra invasões, hoje são centros comerciais com lojas e bons restaurantes.

Para explorar a ilha é aconselhável alugar um carro, mas se estiver de passagem, o serviço de taxi é muito confortável e seguro.
 Não deixe de andar a pé por Punda e Otrabanda, além de atravessar a Queen Emma Bridge.

 Bon bini - bem-vindo - a Curaçao.
Mas antes, visite a Junta Turística de Curaçao para saber como se deslocar na ilha e aproveitar tudo que ela pode lhe oferecer.